quarta-feira, 24 de abril de 2013

VISITANDO NICO FAGUNDES

Tirei um tempo hoje, ao atardecer doirado, para visitar o poeta, escritor e amigaço Nico Fagundes.
Ele está recolhido ao seu apartamento que, desde seu casamento com a jovem Anita, ficou muito charmoso, com os livros em ordem, móveis novos tudo bem organizado.
Charlamos bastante. Me perguntou sobre minhas atividades rurais, e coisa e tal, fizemos mútuas confidências.
Depois ele me deu seu novíssimo livro. A tradução  de Martin Fierro, de José Hernández, tão citado e tão pouco lido ( assim como Pontes de Miranda e Aureliano de Figueiredo Pinto).
Tomamos  cada um uma taça de vinho chileno. Ele me disse que me amava e eu também.
Peguei um táxi e vim mimbora.
Ele é História viva e me honro em ser um de seus amigos.
Acho que um dos mais diletos...
Jamais o abandonarei, agora  ele saiu dos holofotes e se tornou legenda viva da História.